Léonid Brejnev e Eric Honecker, outubro 1979, foto: Regis Bossu
A fotografia de R. Bossu é conhecida, tal como mais tarde o graffiti de D. Vubrel no que restou do muro de Berlim se tornou um icone da cultura pop dos anos 90.
Em Outubro de 1979 em Berlim leste, na celebração dos 30 anos da criação da República Democrática Alemã e após o discurso de Leonid Brezhnev, o chanceler Erich Honecker levanta-se para abraçar o seu aliado politico e juntos se fundem num surpreendente beijo... mais tarde alguém dissera
"...nada de amor, mas apenas o cumprimento do «protocolo» socialista...". E assim foi o protocolo comemorativo dos trinta anos do regime socialista alemão, ...nada de amores.
Mas com o passar do tempo, tudo se fez para que a fotografia fosse caindo no esquecimento até que a queda do muro e a criação da East Side Gallery, Dmitri Vubrel pinta
“O beijo da irmandade” e o que 10 anos não haviam conseguido apagar com o titulo
"Meu Deus, ajuda-me a sobreviver a este amor mortal" (Mein Gott hilf mir, diese tödliche Liebe zu überleben).