Se soubesse que amanhã morria E a Primavera era depois de amanhã, Morreria contente, porque ela era depois de amanhã. .... Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra. Não me ponho a pensar se ela sente. Não me perco a chamar-lhe minha irmã. Mas gosto dela por ela ser uma pedra, Gosto dela porque ela não sente nada, Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo.
Outras vezes oiço passar o vento, E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido. ...
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem. Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele. Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências. O que for, quando for, é que será o que é. ... Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, Não há nada mais simples. Tem só duas datas – a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra cousa todos os dias são meus. Alberto Caeiro Fernando Pessoa, Obra Poética e em Prosa, ed. António Quadros. Porto, Lello & Irmão, 1986.
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A photograph is a secret about a secret. The more it tells you the less you know.
“Life is a lot like jazz . . . It’s best when you improvise. . .”
A musica só faz sentido se a pudermos ouvir para o dauneló é só clicar em:: nome :: ou então ir aos comentários Todos os links aqui contidos para download foram encontrados na internet, nenhum arquivo contido nos links aqui disponibilizados foi hospedado pelo Blog. This blog does not store any file on it's server. Only index and link the content provided by other sites!