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14.1.13

A noite e o riso


A certa altura no livro de Nuno Bragança, uma personagem feminina e misteriosa chamada Zana diz:
"Descobri que a única coisa que me interessa a fundo é escrever, o resto é vivido por causa disso. Ou seja, tudo o que me interessa a fundo é viver, o resto vai ser escrito por causa disso."

17.4.12

A Noite e o Riso

"U omãi qe dava pulus era 1 omãi qe dava pulus grãdes. El pulô tantu qe saiu pêlo tôpu."

Em Paris nasceu A Noite e o Riso, escrito nas mais diversas circunstâncias, desde o bocadinho à mesa de um café de Paris, Atenas, Ankara, Istambul, até a comboios nocturnos na Jugoslávia. Cheguei a escrever em reuniões, fingindo que estava a tomar apontamentos. A Noite e o Riso brotou como uma criança quando chega a hora de nascer.
Conversas [com Mário Ventura]
 (Dom Quixote, 1986)

Nuno Bragança 
(1929 – 1985)


ahhhhh! ...não me lembrava disto há muitos anos

"U omãi qe dava pulus era 1 omãi qe dava pulus grãdes. El pulô tantu qe saiu pêlo tôpu."