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9.7.12

As Cidades Invisíveis


“Na vida dos imperadores há um momento… desesperado em que se descobre que este império que nos parecera a soma de todas as maravilhas é uma ruína sem pés nem cabeça, que a sua corrupção está demasiada gangrenada para que baste o nosso ceptro para a remediar, que o triunfo sobre os soberanos adversários nos faz herdeiros da sua longa ruína.”
(Italo Calvino, As Cidades Invisíveis, Lisboa, Teorema)

14.6.12

As memórias d'Hadrien

Bending Bookshelf  Invisible Cities

Na vida dos imperadores há um momento… desesperado em que se descobre que este império que nos parecera a soma de todas as maravilhas é uma ruína sem pés nem cabeça, que a sua corrupção está demasiada gangrenada para que baste o nosso ceptro para a remediar, que o triunfo sobre os soberanos adversários nos faz herdeiros da sua longa ruína.”
(Italo Calvino, As Cidades Invisíveis, Lisboa, Teorema)

14.12.11

o silêncio dos livros



"Who are we, if not a combination of experiences, information, books we have read, things imagined? Each life is an encyclopaedia, a library, an inventory of objects, a series of styles, and everything can be constantly reshuffled and reordered in every conceivable way."


- Italo Calvino - Six Memos for the Next Millennium



10.11.11

As Cidades Invisíveis


Italo Calvino e Jorge Luis Borges, c. 1970

Marco Polo descreve uma ponte, pedra a pedra.
— Mas qual é a pedra que sustém a ponte ? - pergunta Kublai Kan.
— A ponte não é sustida por esta ou por aquela pedra - responde Marco, - mas sim pela linha do arco que elas formam.
Kublai Kan permanece silencioso, reflectindo. Depois acrescenta:
— Porque me falas das pedras? É só o arco que me importa.
Polo responde:
— Sem pedras não há arco.

Italo Calvino - As Cidades Invisíveis