9.11.11

Palavras de Sophia

Sophia na sua casa da Graça, fotografia de Eduardo Gajeiro, 1964

"...E é muito importante que se compreenda claramente que a arte não é luxo nem adorno. A história mostra-nos que o homem paleolítico pintou as paredes das cavernas antes de saber cozer o barro, antes de saber lavrar a terra. Pintou para viver. Porque não somos apenas animais acossados na luta pela sobrevivência.
E se a política deve desalienar a nossa vida política e a nossa vida económica, é a poesia que desaliena a nossa consciência. ..."

excerto do texto que ela pronunciou, a 10 de Maio de 1975, no I Congresso de Escritores Portugueses

Sophia de Mello Breyner Andresen - (Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004)


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