13.9.12

esta noite deixei o meu coração em Buenos Aires

La investigación 
Fotografía - Topical Press Agency


"Quem olha para fora, sonha...
 Quem olha para dentro, desperta!"

C. G. Jung

Clever Dogs


Clever Dogs
A photography by Karel Hájek (1900-1978)
one of the most outstanding figures of the czech reportage photography


"You can find pictures anywhere. It's simply a matter of noticing things and organizing them."
-Elliott Erwitt


12.9.12

oh Lord...


Janis Joplin by Richard Avedon
New York City, August 28, 1969



"de amor ya no se muere"



En el año 1970, Salvador Allende ganó las elecciones y se consagró presidente de Chile.
Y dijo:

— Voy a nacionalizar el cobre.
Y dijo:
— Yo de aquí no salgo vivo.
Y cumplió su palabra.


Por Eduardo Galeano
Fotografía: Anónimo


Lennon & Che

John Lennon & Ernesto Che Guevara, Chicago, 1966

Chicago, 11 de agosto de 1966. John Lennon se refugió en una vieja cabina de grabación de radio para estar solo y relajarse. Recién salía de una conferencia de prensa bajo la presión del escándalo desatado por sus declaraciones en marzo al London Evening Standard (aunque en Estados Unidos se conoció esto a través de la revista Datebook) donde afirmó que los Beatles ya eran más famosos que Jesucristo. Situación que en Estados Unidos propició el veto de su música en varias estaciones de radio.
Aquel 11 de agosto, Lennon con guitarra en mano, levantaba su mirada y ante él estaba otra figura de pelo largo y con sueños de libertad.
Guevara no sabía cantar pero tomó una guitarra y cantó, más bien gritó canciones sobre los oprimidos y las causas justas. John lo escuchó sin decir palabra alguna y el Che se fue así como llegó.
Ni John ni Ernesto comentaron nunca nada acerca de ese extraño encuentro.
Hoy se conoce la existencia de aquel miniconcierto secreto, y ya algunos se han aventurado en decir que ese encuentro marcó en definitiva la producción artística de John.
Otros hasta han llegado a escuchar fragmentos de aquellos “cantos” del Che en “Revolución #9″, del album blanco de Los Beatles. 


source: Maritalisy

sedução...


Na língua alemã, die Verführung (a sedução) conservou o seu sentido etimológico, que é um sentido activo. Trata-se sobretudo de enganar, induzir em erro, desviar, corromper, abusar. É sempre esse sentido que está implicado nos textos que nos ocupamos: a acção sedutora. Der Führer é o chefe, o guia, como se sabe; verführen (o verbo) implica não somente seduzir mas subornar e perverter; der Verführer é aquele que desvia, Don Juan, "o abusador" de Sevilha e de outros lugares. Die Verführung traduz-se no melhor sentido por desvio ou desencaminhamento. Em alemão a sedução de uma criança é o estupro.

Em francês, essa palavra é utilizada no seu sentido passivo; é o meio de encantar; é a atracção espontânea ou artificial, armadilha do desejo do outro. Em francês, a sedução de uma criança é o seu encanto.

In Pierre Sabourin. Ferenczi: Paladino e Grão-Vizir Secreto.
São Paulo: Martins Fontes, 1988. 


Foto de Rodney Smith 

11.9.12

mujeres y filosofia


Rossy de Palma Madrid 2002 by Nabil Youssef



LAS MUJERES Y LA FILOSOFIA

Siempre es igual
Uno propone un amor platónico
y ellas responden con un odio aristotélico.

Gonzalo Fragui in Poemas. Revista Poesia, nº 133.
Valencia: Octubre, 2002 - Vol.XXIV - Nº2.


After Sylvia


photo by Yasumasa Morimura

After Sylvia Kristel


Magnum in Motion

Thomas Dworzak

© Thomas Dworzak/Magnum Photos

Às vezes (tantas vezes) até me esqueço que elas existem. Mas sempre que as redescubro admiro a beleza e a simplicidade com que são construídas. O último grande exemplo dessa extraordinária capacidade para ir dando sequência e ritmo às imagens está no trabalho de Thomas Dworzak sobre a região do Cáucaso.

As galerias Magnum in Motion estão sempre aqui - é ir passando.

:: artephotographica.blogspot

10.9.12

Édouard Boubat

Auto-retrato - 1954


Édouard Boubat (1923-1999)

El silencio siempre prevalece...

Édouard Boubat, Montmartre Paris, 1948
Édouard Boubat, Paris 1948


      "El silencio siempre prevalece cuando estás a punto de sacar una fotografía." Édouard Boubat

Bonjour Lisboa !

Carlos Afonso Dias, Miradouro de Sta. Luzia, Lisboa, 1957
Carlos Afonso Dias, Avenida da Liberdade, Lisboa, 1957 


9.9.12


Maria do Alívio fotografada por Agnès Varda, Povoa do Varzim 1953


Sabugal - Francisco Keil do Amaral 1958

Sou uma emoção estrangeira, um erro de sonho ido…



Há uma música do Povo
Nem sei dizer se é um Fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado…
Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser…
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver…
Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção…
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração…
Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido…
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!

Fernando Pessoa
In Poesia 1918-1930 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2005




Amália


Amália, Lisboa, 1950. Thurston Hopkins (col. Culturgest/CGD, Lisboa)

8.9.12

Não sei rezar. Nunca gostei

Sophia de Mello Breyner Andresen



Não sei rezar.

Nunca gostei de repetir fórmulas...



Às vezes, ao tentar dormir,   digo coisas a Deus.


Sophia de Mello Breyner Andresen

Nazaré :: 7 fotografias iconicas dos anos 50

Jean Dieuzaide 1954
Arthur Pastor 1950
 
Jean Dieuzaide, Silhouette Portugaise 1954
Jean Dieuzaide, La Petite Fille au lapin, 1954
Henri Cartier-Bresson 1955
Edouard Boubat 1956
Edouard Boubat 1956
   

Take Me Home



http://youtube.com
Tom Waits, "Take Me Home" on an unknown television show on an unknown date

6.9.12

se numa noite de inverno um viajante


ó gato


Que fazes por aqui, ó gato?
Que ambiguidade vens explorar?
Senhor de ti, avanças, cauto,
meio agastado e sempre a disfarçar
o que afinal não tens e eu te empresto,
ó gato, pesadelo lento e lesto,
fofo no pêlo, frio no olhar!

De que obscura força és a morada?
Qual o crime de que foste testemunha?
Que deus te deu a repentina unha
que rubrica esta mão, aquela cara?
Gato, cúmplice de um medo
ainda sem palavras, sem enredos,
quem somos nós, teus donos ou teus servos?

Alexandre O'Neill

Hermann Hesse
Aldous Huxley
Allen Ginsberg (1960)
Jack Kerouac
 
William Burroughs
 
Henri Matisse
 
Doris Lessing
 
Henry Cowell
 
Ingrid Bergman
  
Edy Williams
 
(1908)

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