1.10.14
29.9.14
The American Dream
“It's called the American Dream because you have to be asleep to believe it.”
- George Carlin
culture is not your friend
“Those who are able to see beyond the shadows and lies of their culture will never be understood, let alone believed, by the masses.” -Plato (427–347 BC) ► www.knowledgeoftoday.org/
“The enemy is fear. We think it is hate but is fear.”
Gandhi
Ousar
Wayne Shorter photographed at home in West Hollywood by Luci Lux
“To me jazz means: I dare you”
Wayne Shorter is one of the last living jazz giants who defined the genre. In this in-depth interview with Max Dax, he candidly discusses his life and work.
28.9.14
Lili Elbe
Lili Elbe, 1926
Well, Lili Elbe happens to be the first documented case of a transexual. Einar Wegener (born in Denmark) was a leading artist in late 1920’s Paris. One day his wife Grete asked him to dress as a woman to model for a portrait. It was a shattering event which began a struggle between his public male persona and emergent female self, Lili. Einar underwent a series of experimental operations in which his penis was removed. The surgeon attempted to implant ovaries and a uterus but was unsucessful. When the experimentation was finally over, Einar became Lili Elbe. The government annulled her marriage and she even managed to get a new birth certificate listing her as a female. Quite extraordinary for the times.
6.9.14
Retratos
"O retrato de família, a foto de casamento no quarto de dormir, o retrato do proprietário no salão, de corpo inteiro ou só o busto, o rosto das crianças emoldurado em toda parte. Tudo isto que constitui de certa forma o espelho diacrônico da família, desapareceu num certo estágio da modernidade."
(Jean Baudrillard, O sistema dos objetos; - São Paulo: Editora Perspectiva, 1973).
Foto: © Eugene Richards (Álbum de família, Dorcheter, Massachusetts, 1976, colecção Museum of Contemporary Photography)
10.8.14
OLYMPIA
São femininos os símbolos da revolução francesa,
mulheres do mármore ou bronze, poderosas tetas nuas, gorros frígios, bandeiras ao vento.
Mas a revolução proclamou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, quando a
militante revolucionária Olympia de Gouges propôs a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã,
a guilhotina cortou-lhe a cabeça.
Ao pé do cadafalso, Olympia perguntou:
— Se como mulheres estamos capacitadas para subir na guilhotina,
por que não podemos subir nas tribunas publicas?
Não podiam. Não podiam falar, não podiam votar.
As companheiras de luta de Olympia de Gouges foram trancadas no hospício.
E pouco depois da sua execução, foi a vez de Manon Roland.
Manon era a esposa do ministro do Interior, mas nem isso pôde salvé-la.
Foi condenada pela sua antinatural tendência à actividade política.
Ela tinha traído sua natureza feminina, feita para cuidar do lar e parir filhos valentes,
e havia cometido a mortal insolência de meter o nariz nos masculinos assuntos de estado.
E a guilhotina caiu de novo".
Eduardo Galeano :: Espelhos
Déclaration des droits de la femme et de la citoyenne — Wikipédia
Déclaration des droits de la femme et de la citoyenne
25.6.14
Yorik
1.° COVEIRO
Era dum camarada bem maluco; a quem julgais que pertenceria?
HAMLET
Em verdade, nao sei.
1.° COVEIRO
Era dum maluco bem grande, mé peste o matasse! Certa ocasião, despejou sobre a minha cabeça uma garrafa de ‘vinho do Reno. Esta caveira, senhor, a caveira que estais a ver, é a de Yorik, o bobo do rei.
HAMLET
1.° COVEIRO
Essa mesma.
HAMLET
HORÁCIO
Que é, senhor?
HAMLET
HORÁCIO
Exactamente a mesma…
HAMLET
HORÁCIO
Absolutamente, meu senhor.
HAMLET
imagem: Richard Burton, Hamlet
O imaginário museu
André Malraux, Le Musée Imaginaire (1947). © Maurice Jarnoux, 1953
Brassaï - Mur chez Bonnard (estampe japonaise), 1946
Robert Doisneau, Le Sculpteur, 1950
24.6.14
18.6.14
4.6.14
25.5.14
Meditação na Pastelaria
Ruth Orkin, american girl in italy 1951
"Mas uma senhora é uma senhora. / Só vê a malícia quem a tem. / Uma senhora passa / e ladrar é o seu dever ― se tanto for preciso!"
Alexandre O'Neill, Meditação na Pastelaria
10.5.14
20.4.14
em Abril
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
CRAVOS
CRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOSESCRAVOSESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
CRAVOS
CRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOS
ESCRAVOSESCRAVOSESCRAVOS
29.3.14
Os 3 Reis Magos
Fulano, Beltrano, Sicrano
Lembro-me do meu pai falar deles amiude, Fulano isto, Sicrano aquilo e Beltrano também... costumava falar deles p'ro bem e p'ro mal, quando assim lhe convinha, enfim!... nunca soube bem porquê, soube-o à dias no instante em que me perguntavam o nome dos três reis magos e respondi Fulano, Sicrano e Beltrano e ficaram todos atónitos a olhar para mim... — É a sério ou estás a inventar?
— A sério, Fulano, Sicrano e Beltrano... — soube-o nesse quimérico instante e em silêncio e com um secreto sorriso fui dando conta de muitas outras memórias...
Era costume encontrá-los ao fim do dia a fumar e a beber copos na taberna do meu pai. Na altura eu era muito miúdo para saber verdadeiramente alguma coisa de reis... já lá vão muitos anos
Imagem: Marcel Marceau
19.3.14
Rainer Maria Rilke (1875-1926)
Rainer Maria Rilke, Sommer 1913. Foto: pa/akg
Rainer Maria Rilke, Villa Strohl-Fern, Roma, 1904.
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