14.1.13
A noite e o riso
A certa altura no livro de Nuno Bragança, uma personagem feminina e misteriosa chamada Zana diz:
"Descobri que a única coisa que me interessa a fundo é escrever, o resto é vivido por causa disso. Ou seja, tudo o que me interessa a fundo é viver, o resto vai ser escrito por causa disso."
a viagem do elefante
Jill Freedman
"Até nas flores se nota
a diferença da sorte
umas enfeitam a vida
outras enfeitam a morte"
Erazê Martinho, inspirado em cantiga lusitana
9.1.13
21.12.12
il ritorno
Tilda Swinton, 1999
photo: Fabio Lovino
Regresso
ainda que o mundo acabe... ou que a pátria nos foda a todos
ainda que o mundo renacha... o verdadeiro animal de pêlo
recomecêmos, regresso
…bebo, fumo, falo…
como quem respira (dizem-me) e eu rio-me, caganda cena...
não tenho opiniões, nem nunca procurei formular juizos
e desde o inicio que procuro alguma coerência
a invisibilidade também se treina...
não gosto de herois
e a moralidade chateia-me, o senso comum e o catano….
Regresso
com o dia a dia
o que quer que seja,
com todas as afinidades (electivas) que me aparecem
ainda que às arrecuas...
...aqui estou ...vamos lá ver se consigo ser diario...
recomecemos, regresso, e agradeço a todos:
amigos, companheiros, palhaços... de vitórias, lutas e batalhas...
pelos amigáveis emails e pelos afectuosos comentários
que não nos falte nunca a poesia ou o poema
Abreijos
bjs e abçs e bem hajam
ou obrigados como hoje se diz
18.12.12
16.12.12
...
Não o Sonho
Talvez sejas a breve
recordação de um sonho
de que alguém (talvez tu) acordou
(não o sonho, mas a recordação dele),
um sonho parado de que restam
apenas imagens desfeitas, pressentimentos.
Também eu não me lembro,
também eu estou preso nos meus sentidos
sem poder sair. Se pudesses ouvir,
aqui dentro, o barulho que fazem os meus sentidos,
animais acossados e perdidos
tacteando! Os meus sentidos expulsaram-me de mim,
desamarraram-me de mim e agora
só me lembro pelo lado de fora.
Manuel António Pina, "Atropelamento e Fuga"
26.9.12
el oro de los tigres
miro este querido
Mundo que se deforma y que se apaga
En una pálida ceniza vaga
Que se parece al sueño y al olvido.
- Borges
13.9.12
esta noite deixei o meu coração em Buenos Aires
La investigación
Fotografía - Topical Press Agency
"Quem olha para fora, sonha... Quem olha para dentro, desperta!"
C. G. Jung
Clever Dogs
Clever Dogs
A photography by Karel Hájek (1900-1978)
one of the most outstanding figures of the czech reportage photography
"You can find pictures anywhere. It's simply a matter of noticing things and organizing them."
-Elliott Erwitt
12.9.12
"de amor ya no se muere"
En el año 1970, Salvador Allende ganó las elecciones y se consagró presidente de Chile.
Y dijo:
— Voy a nacionalizar el cobre.
Y dijo:
— Yo de aquí no salgo vivo.
Y cumplió su palabra.
Por Eduardo Galeano
Fotografía: Anónimo
Lennon & Che
John Lennon & Ernesto Che Guevara, Chicago, 1966
Chicago, 11 de agosto de 1966. John Lennon se refugió en una vieja cabina de grabación de radio para estar solo y relajarse. Recién salía de una conferencia de prensa bajo la presión del escándalo desatado por sus declaraciones en marzo al London Evening Standard (aunque en Estados Unidos se conoció esto a través de la revista Datebook) donde afirmó que los Beatles ya eran más famosos que Jesucristo. Situación que en Estados Unidos propició el veto de su música en varias estaciones de radio.
Aquel 11 de agosto, Lennon con guitarra en mano, levantaba su mirada y ante él estaba otra figura de pelo largo y con sueños de libertad.
Guevara no sabía cantar pero tomó una guitarra y cantó, más bien gritó canciones sobre los oprimidos y las causas justas. John lo escuchó sin decir palabra alguna y el Che se fue así como llegó.
Ni John ni Ernesto comentaron nunca nada acerca de ese extraño encuentro.
Hoy se conoce la existencia de aquel miniconcierto secreto, y ya algunos se han aventurado en decir que ese encuentro marcó en definitiva la producción artística de John.
Otros hasta han llegado a escuchar fragmentos de aquellos “cantos” del Che en “Revolución #9″, del album blanco de Los Beatles.
source: Maritalisy
sedução...
Em francês, essa palavra é utilizada no seu sentido passivo; é o meio de encantar; é a atracção espontânea ou artificial, armadilha do desejo do outro. Em francês, a sedução de uma criança é o seu encanto.
In Pierre Sabourin. Ferenczi: Paladino e Grão-Vizir Secreto.
São Paulo: Martins Fontes, 1988.
Foto de Rodney Smith
11.9.12
mujeres y filosofia
Rossy de Palma Madrid 2002 by Nabil Youssef
Siempre es igual
Uno propone un amor platónico
y ellas responden con un odio aristotélico.
Gonzalo Fragui in Poemas. Revista Poesia, nº 133.
Valencia: Octubre, 2002 - Vol.XXIV - Nº2.
Magnum in Motion
Thomas Dworzak
© Thomas Dworzak/Magnum Photos
Às vezes (tantas vezes) até me esqueço que elas existem. Mas sempre que as redescubro admiro a beleza e a simplicidade com que são construídas. O último grande exemplo dessa extraordinária capacidade para ir dando sequência e ritmo às imagens está no trabalho de Thomas Dworzak sobre a região do Cáucaso.
As galerias Magnum in Motion estão sempre aqui - é ir passando.
:: artephotographica.blogspot
10.9.12
El silencio siempre prevalece...
Édouard Boubat, Montmartre Paris, 1948
Édouard Boubat, Paris 1948
"El silencio siempre prevalece cuando estás a punto de sacar una fotografía." Édouard Boubat
Bonjour Lisboa !
Carlos Afonso Dias, Miradouro de Sta. Luzia, Lisboa, 1957
Carlos Afonso Dias, Avenida da Liberdade, Lisboa, 1957
9.9.12
Sou uma emoção estrangeira, um erro de sonho ido…
Há uma música do Povo
Nem sei dizer se é um Fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado…
Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser…
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver…
Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção…
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração…
Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido…
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!
Fernando Pessoa
In Poesia 1918-1930 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2005
8.9.12
Não sei rezar. Nunca gostei
Sophia de Mello Breyner Andresen
Não sei rezar.
Nunca gostei de repetir fórmulas...
Às vezes, ao tentar dormir, digo coisas a Deus.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Nazaré :: 7 fotografias iconicas dos anos 50
Jean Dieuzaide 1954
Arthur Pastor 1950
Jean Dieuzaide, Silhouette Portugaise 1954
Jean Dieuzaide, La Petite Fille au lapin, 1954
Henri Cartier-Bresson 1955
Edouard Boubat 1956
Edouard Boubat 1956
7.9.12
o zen da vida
Nicole Dumont, Amsterdam, 1934 - photographer, Eva Besnyö
Sophia de Mello Breyner Andresen na sua casa da Graça, fotografia de Eduardo Gajeiro, 1964
Eugenio Montale
James Dean
Amália
August Sanders by Diane Arbus
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