11.9.10

Stanley Kubrick, Fotógrafo


Auto-retrato 1940

Stanley Kubrick é mais conhecido pela sua carreira de realizador de filmes como 2001: Odisseia no Espaço, Laranja Mecânica, Barry Lyndon, Shining... mas poucos conhecem a sua faceta como fotógrafo profissional da defunta revista Look.
A Look, fundada em 1937, o último número foi publicado a 19 de Outubro de 1971, era então muito conhecida por dar nas suas reportagens mais ênfase às fotos do que aos textos. Stanley Kubrick ficar-lhe-á também associado por ter sido o mais jovem fotógrafo a ser contratado pela Look: Kubrick tinha 17 anos quando captou a expressão melancólica de um vendedor de jornais lendo a notícia da morte de Franklin D. Roosevelt. Enviou a foto à revista, que a comprou por 25 dólares, e a publicou na edição de 26 de Junho de 1945. A fotografia acabou por dar a Kubrick um emprego a tempo inteiro na revista como repórter fotográfico e por lá trabalhou até 1951.


















O LIVRO





OS FILMES












5.9.10

Charles McPherson Quartet - But Beautiful

Charles McPherson : But Beautiful

Label : Venus
 : 2004


mp3 @320Kbps /full scan : 167 MB

01. Be My Love
02. I Should Care

03. We’ll Be Together Again

04. My Ideal

05. I Didn’t Know What Time It Was
06. I’ll Never Stop Loving You

07. Love Letters

08. But Beautiful

09. Gone With the Wind


Charles McPherson (alto sax)

Steve Kuhn (piano)

David Williams (bass)

Leroy Williams (drums)

Recorded at Avatar Studio in New York on July 24 and 25, 2003.

DLink

cuidado... eles andem aí...


O mundo é um lugar perigoso de se viver....

não por causa daqueles que fazem o mal...
mas sim, por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer

Albert Einstein

[...é o que dizem, e eu acredito. ... e isso, o que é que importa?]



Think Different
ou pelo menos
pensa



4.9.10

Oh Yes


there are worse things than
being alone
but it often takes decades
to realize this
and most often
when you do
it’s too late
and there’s nothing worse
than
too late.


Oh Yes, by Charles Bukowski

8.8.10

jarmush

Twelve Animals


Astor Piazzolla & Osvaldo Pugliese - Finally Together

Astor Piazzolla & Osvaldo Pugliese - Finally Together (Amsterdan 1989)



01. Buenos Aires hora cero

02. Tanguedia III

03. Milonga del angel

04. Camorra III

05. Preludio y fuga

06. Sex-tet

07. Luna

08. La yumba //Adios Nonino




:: Astor Piazzolla & Osvaldo Pugliese - Finally Together ::

Annie Ross sings a song with Mulligan! 1958

Annie Ross: Sing a Song with Mulligan
Label: Pacific Jazz 1253 12" LP 1959


Design: Armand Acosta Photo: Charles Stewart

01 I Feel Pretty
02 I’ve Grown Accustomed To Your Face
03 All Of You
04 Give Me The Simple Life
05 This Is Always
06 My Old Flame
07 This Time The Dream’s On Me
08 Let Ther Be Love
09 Between The Devil And The Deep Blue Sea
10 How About You
11 I Guess I’ll Have To Change My Plan
12 This Is Always
13 It Don’t Mean A Thing (If It Ain’t Got That Swing)
14 The Lady’s In Love With You
15 You Turned The Tables On Me
16 I’ve Grown Accustomed To Your Face

LINEUP:
Annie Ross (Vocals)
Chet Baker and or Art Farmer ( Trumpet)
Henry Grimes and or Bill Crow (Bass)
Gerry Mulligan (Sax (Baritone),
Dave Bailey (Drums)

Track 1-5: Recorded December 1957, NYC
Track 7-10, 13: Recorded 11 and 17 December 1957, NYC
Track 14: Recorded 17 December 1957, NYC
Track 6, 11, 12, 15, 16: previously unreleased (available only on CD of Pacific Jazz / EMI Manhattan CDP 7 46852 2)


:: Annie Ross Sing A Song With Mulligan ::

Singer Annie Ross’ first solo album after joining Lambert, Hendricks & Ross finds her at the peak of her powers. Ross is joined by two versions of the Gerry Mulligan Quartet with either Chet Baker or Art Farmer on trumpet, Bill Crow or Henry Grimes on bass, and drummer Dave Bailey. For this CD reissue, there are also five previously unissued selections and one that was originally on a sampler. Annie Ross is at her best (and most appealing) on “I’ve Grown Accustomed to Your Face,” “Give Me the Simple Life,” “How About You,” and “The Lady’s in Love With You,” but all 16 selections are quite rewarding and her interplay with baritonist Mulligan is consistently memorable. This CD is a must-have for your essential jazz collections.
~ (Scott Yanow, AMG)

25.7.10

Adágio

George Whitman and his daughter Sylvia Beach Whitman, at the front desk of Shakespeare & Co.


"Sê simpático para os estranhos, não vão eles ser anjos disfarçados"

Be not inhospitable to strangers, lest they be angels in disguise.


18.7.10

Allegro Ma Non Troppo


Carlo Maria Cipolla (Pavia, 15 de agosto de 1922 — Pavia, 5 de setembro de 2000)

"Tenho a firme convicção, apoiada por anos de observação e experimentação,
que os homens não são iguais e que alguns são estúpidos e outros não."


Allegro ma non troppo

Estupidez segundo Carlo Maria Cipolla

De acordo com o ensaio de Carlo Cipolla no livro Allegro ma non troppo, uma pessoa estúpida é aquela que consegue gerar um dano a outra, sem que de tal resulte em vantagem para si e em muitos casos, com prejuízo para o próximo.
Esta conclusão resulta da análise comparativa entre os principais comportamentos do ser humano sendo que: uma pessoa estupida encontra-se gráfica e naturalmente em oposição a um ser inteligente

As leis fundamentais da estupidez humana

No capítulo “Le leggi fondamentali della stupidità umana” Cipolla classifica primariamente a população humana em quatro grandes grupos:

Intelligenti (il loro comportamento causa vantaggio per sé e benefici per gli altri)
Sprovveduti (il loro comportamento causa danno per sé e benefici per gli altri)
Banditi (il loro comportamento causa vantaggio per sé e danni per gli altri)
Stupidi (il loro comportamento causa danno per sé e danni per gli altri)
ou seja:
Os Inteligentes, indivíduos cujo comportamento resulta em vantagens para si e benefícios para os outros;
Os Incautos e Crédulos, indivíduos cujo comportamento resulta em prejuízos para si e benefícios para os outros;
Os Bandidos e Vigaristas, indivíduos cujo comportamento resulta em vantagens para si e prejuízos para os outros;
Os Estúpidos, indivíduos cujo comportamento resulta em prejuízos para si e prejuízos para os outros.

Depois enumera as cinco leis fundamentais que definem o comportamento da estupidez na humanidade:

1. Sempre e inevitabilmente ognuno di noi sottovaluta il numero di individui stupidi in circolazione.
2. La probabilità che una certa persona sia stupida è indipendente da qualsiasi altra caratteristica della persona stessa.
3. Una persona è stupida se causa un danno a un’altra persona o ad un gruppo di persone senza realizzare alcun vantaggio per sé o addirittura subendo un danno.
4. Le persone non stupide sottovalutano sempre il potenziale nocivo delle persone stupide; dimenticano costantemente che in qualsiasi momento e luogo, e in qualunque circostanza, trattare o associarsi con individui stupidi costituisce infallibilmente un costoso errore.
5. La persona stupida è il tipo di persona più pericoloso che esista.
ou seja:
1. Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos em circulação.
2. A probabilidade de uma determinada pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dela mesma.
3. Uma pessoa é estúpida quando causa um prejuízo a outra pessoa ou a um grupo de pessoas sem realizar algum beneficio para si, ou mesmo sofrendo um prejuízo.
4. As pessoas não estúpidas subvalorizam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas; esquecem constantemente que em qualquer momento e logo, em qualquer circunstância, tratar ou associar-se com indivíduos estúpidos constitui infalívelmente um erro crasso.
5. A pessoa estúpida é o tipo de pessoa mais perigosa que existe.

cuidado ! ... eles andem aí ...

Duas coisas são infinitas:
o Universo e a Estupidez humana. E do Universo não estou seguro.
Albert Einstein

* * * * ** * * * *

RESUMEN DEL LIBRO
"ALLEGRO MA NON TROPPO"

“Tengo la firme convicción, avalada por años de observación y experimentación,
de que los hombres no son iguales, de que algunos son estúpidos y otros no lo son.”


LAS LEYES FUNDAMENTALES DE LA ESTUPIDEZ HUMANA

1. La Primera Ley Fundamental: " Siempre e inevitablemente cada uno de nosotros subestima el número de individuos estúpidos que circulan por el mundo".
2. La Segunda Ley Fundamental: " La probabilidad de que una persona determinada sea estúpida es independiente de cualquier otra característica de la misma persona".
3. La Tercera Ley Fundamental: " Una persona estúpida es una persona que causa daño a otra o grupo de personas sin obtener, al mismo tiempo, un provecho para sí, o incluso obteniendo un perjuicio".
4. La Cuarta Ley Fundamental: " Las personas no estúpidas subestiman siempre el potencial nocivo de las personas estúpidas. Los no estúpidos, en especial, olvidan constantemente que en cualquier momento y lugar, y en cualquier circunstancia tratar y/o asociarse con individuos estúpidos se manifiesta infaliblemente como un costosísimo error".
5. La Quinta Ley Fundamental: " La persona estúpida es el tipo de persona más peligroso que existe. El estúpido es más peligroso que el malvado".

CATEGORÍAS FUNDAMENTALES DE PERSONAS
Todos los seres humanos están incluidos en una de estas cuatro categorías fundamentales: los incautos, los inteligentes, los malvados y los estúpidos.

Los Incautos: Podemos recordar ocasiones en que un individuo realizó una acción (es decisivo que sea él quién la inicie), cuyo resultado fue una pérdida para él y una ganancia para nosotros: habíamos entrado en contacto con un incauto.

Los Inteligentes: Igualmente nos vienen a la memoria ocasiones en que un individuo realizó una acción de la que ambas partes obtuvimos provecho: se trataba de una persona inteligente.
Una persona inteligente puede alguna vez comportarse como una incauta, como puede también alguna vez adoptar una actitud malvada. Pero, puesto que la persona en cuestión es fundamentalmente inteligente, la mayor parte de sus acciones tendrán la característica de la inteligencia.
En determinadas circunstancias una persona actúa inteligentemente, y en otras circunstancias esta misma persona puede comportarse como una incauta. La única excepción importante a la regla la representan las personas estúpidas que, normalmente, muestran la máxima tendencia a una total coherencia en cualquier campo de actuación.

Los Malvados: Todos nosotros recordamos ocasiones en que, desgraciadamente, estuvimos relacionados con un individuo que consiguió una ganancia causándonos perjuicio a nosotros: nos encontramos frente a un malvado.
Existen diversos tipos de malvados; el malvado perfecto es aquél que con sus acciones causa a otro pérdidas equivalentes a sus ganancias. Otro tipo de malvados son aquellos que obtienen para sí ganancias mayores que las pérdidas que ocasionan en los demás, esos son deshonestos y con un grado elevado de inteligencia, pero la mayoría de los malvados son individuos cuyas acciones les proporcionan beneficios inferiores a las pérdidas ocasionadas a los demás. Este individuo se situará muy cerca del límite de la estupidez pura.

Los Estúpidos: Nuestra vida está salpicada de ocasiones en que sufrimos pérdidas de dinero, tiempo, energía, apetito, tranquilidad y buen humor por culpa de las dudosas acciones de alguna absurda criatura a la que, en los momentos más impensables e inconvenientes, se le ocurre causarnos daños, frustraciones y dificultades, sin que ella vaya a ganar absolutamente nada con sus acciones.
Nadie sabe, entiende o puede explicar por qué esta absurda criatura hace lo que hace.
En realidad no existe explicación - o mejor dicho - solo hay una explicación: la persona en cuestión es estúpida.

La mayoría de las personas estúpidas son fundamentalmente y firmemente estúpidas, en otras palabras, insisten con perseverancia en causar daños o pérdidas a otras personas sin obtener ninguna ganancia para sí, sea esto positivo o negativo. Pero aún hay más. Existen personas que con sus inverosímiles acciones, no solo causan daños a otras personas, sino también a sí mismos. Estas personas pertenecen al género de los superestúpidos.

EL PODER DE LA ESTUPIDEZ
Como ocurre con todas las criaturas humanas, también los estúpidos influyen sobre otras personas con intensidad muy diferente. Algunos estúpidos causan normalmente perjuicios limitados, pero hay otros que llegan a ocasionar daños terribles, no ya a uno o dos individuos, sino a comunidades o sociedades enteras. La capacidad de hacer daño que tiene una persona estúpida depende de dos factores principales: del factor genético y del grado de poder o autoridad que ocupa en la sociedad.
Nos queda aún por explicar y entender qué es lo que básicamente vuelve peligrosa a una persona estúpida; en otras palabras en qué consiste el poder de la estupidez.

Esencialmente, los estúpidos son peligrosos y funestos porque a las personas razonables les resulta difícil imaginar y entender un comportamiento estúpido.

Una persona inteligente puede entender la lógica del malvado. Las acciones de un malvado siguen un modelo de racionalidad: racionalidad perversa, si se quiere, pero al fin y al cabo racionalidad. El malvado quiere añadir un "más" a su cuenta. Puesto que no es suficientemente inteligente como para imaginar métodos con que obtener un "más" para sí, procurando también al mismo tiempo un "más" para los demás, deberá obtener su "más" causando un "menos" a su prójimo.

Desde luego, esto no es justo, pero es racional, y si es racional uno puede preverlo.

Con una persona estúpida todo esto es absolutamente imposible. Una criatura estúpida os perseguirá sin razón, sin un plan preciso, en los momentos y lugares más improbables y más impensables. No existe modo alguno racional de prever si, cuándo, cómo, y por qué, una criatura estúpida llevará a cabo su ataque. Frente a un individuo estúpido, uno está completamente desarmado.

Puesto que las acciones de una persona estúpida no se ajustan a las reglas de la racionalidad, de ello se deriva que generalmente el ataque nos coge por sorpresa incluso cuando se tiene conocimiento del ataque no es posible organizar una defensa racional, porque el ataque, en sí mismo carece de cualquier tipo de estructura racional.

El hecho de que la actividad y los movimientos de una criatura estúpida sean absolutamente erráticos e irracionales no sólo hace problemática la defensa, sino que hace extremadamente difícil cualquier contraataque. Hay que tener en cuenta también otra circunstancia. La persona inteligente sabe que es inteligente. El malvado es consciente de que es malvado. El incauto está penosamente imbuido del sentido de su propia candidez. Al contrario de todos estos personajes, el estúpido no sabe que es estúpido. Esto contribuye poderosamente a dar mayor fuerza, incidencia y eficacia a su acción devastadora.

Con la sonrisa en los labios, como si hiciese la cosa más natural del mundo, el estúpido aparecerá de improviso para echar a perder tus planes, destruir tu paz, complicarte la vida y el trabajo, hacerte perder dinero, tiempo, buen humor, apetito, productividad, y todo esto sin malicia, sin remordimientos y sin razón. Estúpidamente.

No hay que asombrarse de que las personas incautas, generalmente no reconozcan la peligrosidad de las personas estúpidas. El hecho no representa sino una manifestación más de su falta de previsión. Pero lo que resulta verdaderamente sorprendente es que tampoco las personas inteligentes ni las malvadas consiguen muchas veces reconocer el poder devastador y destructor de la estupidez.

Generalmente, se tiende incluso a creer que una persona estúpida sólo se hace daño a sí misma, pero esto significa que se está confundiendo la estupidez con la candidez.

SOCIEDAD Y ESTUPIDEZ
Sería un grave error creer que el número de estúpidos es más elevado en una sociedad en decadencia que en una sociedad en ascenso. Ambas se ven aquejadas por el mismo porcentaje de estúpidos. La diferencia entre ambas sociedades reside en el hecho de que en la sociedad en declive los miembros estúpidos de la sociedad se vuelven más activos por la actuación permisiva de los otros miembros.

Un pais en ascenso tiene también un porcentaje insólitamente alto de individuos inteligentes que procuran tener controlada a la fracción de los estúpidos, y que, al mismo tiempo, producen para ellos mismos y para los otros miembros de la comunidad ganancias suficientes como para que el progreso sea un hecho.

En un país en decadencia, el porcentaje de individuos estúpidos sigue siendo igual; sin embargo, en el resto de la población se observa, sobre todo entre los individuos que están en el poder, una alarmante proliferación de malvados con un elevado porcentaje de estupidez y, entre los que no están en el poder, un igualmente alarmante crecimiento del número de los incautos.

Hay dos cosas infinitas: el Universo y la estupidez humana.
Y del Universo no estoy seguro.

Albert Einstein

14.7.10

Amália no Olympia 1956







(LP, Columbia/VC, 1957; CD, EMI-VC, 1988)

Em 1957, é lançado o LP "Amália no Olympia", o primeiro álbum de Amália Rodrigues editado em Portugal (o seu primeiro LP fora uma compilação editada em França, dois anos antes, pela Pathé-Marconi). Composto por gravações realizadas na famosa sala de concertos parisiense, "Amália no Olympia" contém 14 temas, entre os quais se contam alguns dos maiores clássicos da artista:

"Uma Casa Portuguesa"
(Reinaldo Ferreira / V.M. Sequeira e Artur Fonseca)
"Nem às Paredes Confesso"
(Max / Ferrer Trindade - Artur Ribeiro)
"Ai Mouraria"
(Amadeu do Vale / Frederico Valério)

"Perseguição"
(Avelino de Sousa / Carlos da Maia)
"Tudo Isto é Fado"
(Aníbal Nazaré / Fernando Carvalho)

"Fado Corrido"
(Linhares Barbosa / Santos Moreira)
"Barco Negro"
(do filme 'Os Amantes do Tejo')
(David Mourão Ferreira / Caco Velho - Piratini)

"Coimbra"
(José Galhardo / Raul Ferrão)
"Sabe-se Lá"
(Silva Tavares / Frederico Valério)
"Tendinha"
(José Galhardo / Raul Ferrão)
"Lá Vai Lisboa"
(Norberto de Araújo / Raul Ferrão)
"Que Deus Me Perdoe"
(Silva Tavares / Frederico Valério)
"Lisboa Antiga"
(José Galhardo - Amadeu do Vale / Raul Portela)
"Amália"
(José Galhardo / Frederico Valério).


Os acompanhadores foram Domingos Camarinha (guitarra portuguesa) e Santos Moreira (viola). Trata-se de um registo verdadeiramente histórico e que representou igualmente um marco importante na fulgurante carreira da nossa maior cantora.


Amália Rodrigues - Amália at the Paris Olympia 1956
Portuguese Guitar: Domingos Camarinha
Acoustic Guitar: Santos Moreira
Recorded Live in April or May, 1956 at the Olympia, Paris


Amália com o empresário do Olympia de Paris Sr. Bruno Coquatrix

"Tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado"

mp3 @320kbs - 91mb

:: Amália no Olympia ::


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